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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

A Doença como um caminho de aprendizagem da alma


Eu já escrevi aqui vários temas sobre esse assunto. 
Minha mãe sofreu de uma doença rara e paralizante por quase uma década. Aprendi muito sobre energização e chacras para tentar ajudá-la mas eu somente conseguia energizá-la um pouco, nunca consegui diminuir ou extinguir a doença. 

Muito tempo depois, percebi que havia uma causa para tudo aquilo e avisei a ela, que era um mecanismo de aprendizado. Ela deveria aprender algo muito importante com aquilo, era a chave mestra para tudo, e até quem sabe, a cura afinal.
Mas turrona e mesquinha, infelizmente ela escolheu outro caminho. Hoje sei que no plano espiritual esta está em uma fase de reavaliação de seus atos de sua última vida e os mecanismos que desencadearam tudo isso.

Já comentei aqui também a luta impressionante do nosso ex- vice Presidente, José Alencar. Com uma força incrível, maturidade e confiança, Alencar faleceu mas deixou um exemplo imenso, uma força uma inspiração de vida, que com certeza marcou a todos nós.

Infelizmente, muitas pessoas acham que as doenças simplesmente se instalam para fazer-nos sofrer, porque Deus quis, ou por ressentimentos guardados etc. 
Com o avanço da medicina humana e os exames de diagnóstico precoce, é cada vez mais cedo e mais comum uma pessoa hoje ter o diagnóstico de câncer. 
Todos os dias recebemos notícias pelas mídias de informação de pessoas de vida pública enfrentando este mal. 
Muitos vencem, muitos não.



Depois de muito observar e atuar na área médica, entendo que a doença é um caminho. Pode unir ou desunir pessoas, pode elevar ou destruir famílias. Depende de tanta coisa. O importante, eu acho, é que tem que enfrentar a situação de frente, de peito aberto e se permitir a ajuda da família e de pessoas próximas. 

A morte é tão certa quanto os impostos que pagamos, ninguém quer morrer, mas em vez de pensar nisso, por que não viver melhor? Porque não aproveitar mais a vida? Porque não ser mais generoso com o seu próximo?

Fiquei impressionada com este depoimento do Reynaldo Gianecchini. 
Ele enfrente um câncer de linfoma e rapidamente "pegou o espírito da coisa". Quem me dera se todo mundo que tem uma doença rara ou debilitante, encara-se de forma tão madura o problema. 

Parabéns, Giane, vc está no caminho certo!! Parabéns por nos dar este belíssimo exemplo!!!
Veja aqui o depoimento de Giane, é imperdível!!!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

De onde viemos? Para onde vamos?


Perguntas que todo mundo se faz em algum momento da vida. Várias linhas filosóficas discutem, especulam e argumentam em vários caminhos do pensamento.

-De onde viemos? -Por que estamos aqui? -Para onde vamos?

-Porque nasci nesta família? Muitas pessoas se fazem essa pergunta.

-Porque nasci pobre e fulano nasceu rico?

Muitos como eu, não tiveram uma família unida ou estruturada, e a vida e a infância principalmente, se tornam bem difíceis por causa disso. Minha vida inteira procurei respostas para várias perguntas como as que descrevo acima.

Cai na filosofia para procurar respostas. Mas que pelo menos para mim, acabou ficando uma coisa chata e errante, e nunca me levou para lugar nenhum, sinceramente. Li Nitzsche, Sócrates, Aristóteles. Filósofos modernos, pré-socráticos.

Fantásticos pensadores, mas eles nunca responderam minhas perguntas.

As minhas perguntas somente começaram a serem respondidas quando comecei a fazer regressão a vidas passadas. “Conhece-te a ti mesmo’ já dizia o velho Sócrates.

Foi fazendo regressão , que descobri de onde eu vinha, e o que eu estava fazendo na Terra. Foi com as minhas inesperadas “progressões” de vidas futuras, que descobri para onde eu iria.

Foi conhecendo minha família em outras vidas, que entendi porque nasci daquela união. E ainda tenho muitas descobertas para fazer, a busca não tem fim. Perguntas respondidas, surgem mais perguntas ainda. Mas tenho o consolo de que com o instrumento da regressão e da clariaudiência, tenho o conforto das respostas.

Uma das minhas perguntas era:

“ - Porque nasci mulher e não como homem?” (sempre achei a vida de homem mais divertida)

Depois que vi uma das minhas vidas passadas mais recentes, onde eu era um rapaz de 15 anos que levou um tiro na cara e morreu por caçar um meliante sozinho, entendi. Após essa morte violenta, renasci como mulher e vivi mais. Eu me empolgo com certas coisas, e se eu tiver testosterona para queimar, vou até o fim. Morro mais rápido como homem. A mulher tem mais limitações físicas e sociais. Como mulher não posso sair por aí quebrando a cara de certas pessoas. Que pena.



Meu coração se acalmou, e estou feliz com as respostas que obtive e aprendi muito com minhas descobertas.

Certa vez, em uma projeção astral lúcida, me mostraram o começo dos Tempos da humanidade e o fim dos Tempos. Difícil descrever.

Mas o homem começava evoluindo como ameba, peixe, até chegar ao seu estagio evolutivo atual. Depois, continua evoluindo, perdendo braços pernas e a mente aumenta de tamanho.

Concluo que o homem começa a usar mais seus poderes sensoriais como a levitação, telepatia e telecinese. Assim, braços e pernas desaparecem e o homem levita e conversa por pensamento. Por fim a boca quase desaparece.

O paradoxo é engraçado. O homem do futuro parece um peixe, mas com enorme cérebro. A boca é somente para se alimentar, já que conversamos por telepatia.

Do peixe viemos e para a forma de peixe evoluiremos. Interessante.

-“Porque nasci nesta família?

-Porque parece que eu conheço fulano a tanto tempo?” As pessoas têm ligações cármicas com as outras. Por isso temos amigos tão incríveis, eles nos acompanham por várias vidas. Nossa família se alterna entre avós, netos e bisnetos, mas boa parte de nós sempre volta para a mesma família, até que todas as “rusgas” sejam resolvidas.

-“Qual é a minha missão nesta Terra?”

Pergunta muito pessoal. Somente a pessoa conhecendo o seu mais intimo ser pode responder. Algumas missões são como trabalhar em determinada área, criar filhos, inventar coisas, etc. Cada um tem uma missão a cumprir, sonhos a realizar. E se você sente que deve fazer tal coisa, lute pelos seus sonhos e pela sua missão.

Fazer a caridade ajuda a acalmar o coração, a mente e nos dá paz. Fazendo a caridade ,temos a sensação de que estamos no caminho certo. Não tem erro. Ao ajudar a esclarecer, ajudar alguém, seja de qualquer forma, a gente se aproxima do universo.

-"Porquê estamos aqui?"

Pelas minhas descobertas, o espírito é eterno. Somos um pedacinho do TODO. Eu, você, os pássaros, as árvores, tudo. Todos nós fazemos parte de um TODO, ser inteligentíssimo que se dividiu em bilhões de pedacinhos para viver aventuras, interagir, nascer, morrer e aprender de várias formas.

Somos todos irmãos e estamos aqui para aprender. Por isso a necessidade da reencarnação. É uma forma do espírito achou de se renovar, aprender com os erros do passado e evoluir. Temos ligações profundas com a nossa família e nossos amigos mais íntimos.

-"Para onde vamos?"



Ouso contar minhas experiências. Depois que vivenciei isso no mundo espiritual, li alguns livros de regressão onde o autor também tivera a mesma impressão minha. Certa vez em uma feira holística, visitando uma tenda de regressão, conversei com um terapeuta e ele também concluiu a mesma coisa:

Quando a encarnação não for mais necessária para o espírito, e ele estiver com o seu aprendizado completo, ele voltará para fazer parte do TODO UNIVERSAL. Somos como um mosaico, como se cada um de nós fossemos um pedacinho de um enorme quebra-cabeça. Temos o nosso lugar reservado e sem nós, o desenho não se completa. Nós fazemos parte do TODO, e sem nós, o TODO não se completa.

Explicando em miúdos é isso aí.

Tem mais perguntas? Acenda uma vela e converse com seus guias. A resposta pode vir “devagarinho”, em um insight, em uma projeção astral lúcida ou em sonhos. Mas sempre vem.

Deixe a mente aberta e as respostas virão até você.