quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

À procura da Felicidade


O que é a Felicidade? 

Vejo muita gente buscando a "Felicidade" como se busca um pote de ouro no fim do arco íris. Vejo pessoas estabelecendo "metas" para serem felizes. Vejo gente acusando outras pessoas pela responsabilidade de que elas não são felizes em virtude da ação de terceiros. 

Você é feliz? Eu sou feliz? Dinheiro traz felicidade??

São perguntas rotineiras e acaba se tornando um grande conflito pessoal de muita gente.
Conheço homens e mulheres extremamente materialistas, buscam parceiros endinheirados, estatus, luxo. Mas quando finalmente conseguem, ficam frustrados. Falta algo.

Conheço pessoas pobres, com dificuldades no dia a dia por falta de grana, mas em geral estão bem e "relativamente felizes", enfrentando os problemas a medida que surgem.

Pontos de vista tão diferentes.. Outro dia participei da dinâmica de grupo do meu trabalho e tinhamos que escrever em um cartaz "um sonho". 
Eu, escrevi ganhar na mega-sena. Tenho vontade de viajar, fazer cursos, ganhar o mundo e seria muito mais fácil com um dinheirinho  extra. Eu penso assim, seriam meus planos. Quando mostramos finalmente nossos cartazes para nossos colegas, uma colega me alfinetou diretamente, como se eu fosse uma criatura materialista e fútil:

-"Meu sonho é ser feliz"... Alfinetou ela se achando a "políticamente correta", desprezando meu sonho de ganhar um dinheirinho para viajar e conhecer o mundo.

-"Feliz eu já sou querida, respondi com um largo sorriso. Eu só quero viajar para conhecer outros países, Austrália, Escócia, Canadá, etc."  Claro que a resposta dela, emudecida, foi uma cara de frustração. 

É normal isso. Muita gente não fica feliz com a felicidade alheia. Como você é feliz com esse carro velho? Como você é feliz morando aqui? Como você é feliz se vc não tem uma jóia ou sapato caro?

Acho que quem é espírito velho como eu, percebe que a felicidade esta nos bons momentos. Estou feliz de escrever este texto que ajudará algumas pessoas a se entenderem melhor. Estou feliz em casa porque acabei de jantar  e estou descansando de um dia duro, mas produtivo. Estou feliz porque amanhã tenho planos e um dia cheio. 

Mas tem muita gente que insite em ver o copo meio vazio, ao invés de vê-lo meio cheio. 
Tudo é questão de ponto de vista. 

O problema é que ver tudo de forma pessimista, a energia baixa e ruim que você emite, você recebe de volta. E mais forte ainda, ficando um ciclo pior que antes. Insistir em enxergar tudo de forma  pessimista, também pode atrair espíritos baixos que se identificam com essa vibração, deixando tudo mais deprê possível. Aconselho a tomar cuidado com as vibrações negativas, porque quem sai mais prejudicado, é você mesmo.


Pelo Direito de ficar Triste

Ninguém são é 100% alegre e feliz o dia todo, todos os dias. Estamos nesta vida, neste planeta para evoluir e problemas não faltam, sejam pequenos, grandes ou de tudo quanto é tipo. 
Eu pessoalmente, tenho o estopim bem curto e me irrito com frequência. Pode ser uma bobagem, mas sou assim. Tenho que me policiar e respirar fundo até que meu acesso de fúria passe. Confesso que sou uma pessoa que não posso andar "armada" senão eu acho que já teria matado vários, com meus acessos de fúria.

Raiva, ódio, preocupação, tristeza, prazer, alegria. Temos sentimentos que temperam nossas emoções todos os dias. 
A raiva, o ódio, a mágoa e o ressentimento são sentimentos bem primitivos e realmente devemos ter cautela com eles. A tristeza eu acho necessária. Afinal, às vezes acontece algo chato com a gente, alguém morre, alguém adoece, algo que a gente espera não acontece e aí, vamos pular de alegria? 

Acho que a coisa mais hipócrita que inventaram é que ninguém pode se dar o direito de ficar triste, que já vem um pseudo-psiquiatra de plantão para te diagnosticar com depressão. 
E claro, tome-lhe remédios.

Quando eu perdi meu pai, foi um momento difícil em minha vida, eu estava na faculdade, minha mãe muito doenta na minha cidade natal e eu estudando fora. 
Nunca deixei de fazer minhas coisas, mas fiquei bem anti-social, não queria sair, nem conversar. Minhas colegas de república acharam um absurdo meu comportamento. Na época eu não percebi que estava reclusa. Por causa disso desmancharam a república e cada uma foi para um lado. 
Hoje eu me recordo e não entendo por que as pessoas não aceitam que a gente fique triste? 
Eu tenho direito de ficar triste, de ter luto sim. Não deixei de estudar, não deixei de comer ou pagar conta. Só fiquei mais instrospectiva e ainda assim fui crucificada. 

Sei que existem pessoas que se afundam na tristeza. De novo  recomendo cuidado. Alimentar demais a tristeza vai atrair mais tristeza, e espíritos que vão contribuir para que você fique mais triste ainda. 
"Curta" a sua tristeza com cuidado, encare o fato que te deixou triste como um aprendizado e faça novos planos para superar o problema. 
E pronto, bola para frente!

A Felicidade ao alcance de todos

Eu sou feliz com pouco. Adoro cozinhar, adoro comer, adoro me exercitar. Amo estar com meus animais, de sentir o cheiro de chuva. Adoro sair a noite e ver vagalumes dançando como fadas em meu quintal. Estou satisfeita? 

-É claro que não!!!! É da natureza do ser humano, sempre procurar, sempre evoluir e enfrentar novos desafios, fomos feitos para isso!!!

Mas seja feliz agora, e sempre. Faça coisas que te deixem bem, cuide de seu corpo, coma a sua comida favorita, tenha bons momentos com os amigos, saia para aquele lugar que você gosta, veja seu filme favorito, curta a preguiça no Domingo e olha, não custa nada.


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

A Doença como um caminho de aprendizagem da alma


Eu já escrevi aqui vários temas sobre esse assunto. 
Minha mãe sofreu de uma doença rara e paralizante por quase uma década. Aprendi muito sobre energização e chacras para tentar ajudá-la mas eu somente conseguia energizá-la um pouco, nunca consegui diminuir ou extinguir a doença. 

Muito tempo depois, percebi que havia uma causa para tudo aquilo e avisei a ela, que era um mecanismo de aprendizado. Ela deveria aprender algo muito importante com aquilo, era a chave mestra para tudo, e até quem sabe, a cura afinal.
Mas turrona e mesquinha, infelizmente ela escolheu outro caminho. Hoje sei que no plano espiritual esta está em uma fase de reavaliação de seus atos de sua última vida e os mecanismos que desencadearam tudo isso.

Já comentei aqui também a luta impressionante do nosso ex- vice Presidente, José Alencar. Com uma força incrível, maturidade e confiança, Alencar faleceu mas deixou um exemplo imenso, uma força uma inspiração de vida, que com certeza marcou a todos nós.

Infelizmente, muitas pessoas acham que as doenças simplesmente se instalam para fazer-nos sofrer, porque Deus quis, ou por ressentimentos guardados etc. 
Com o avanço da medicina humana e os exames de diagnóstico precoce, é cada vez mais cedo e mais comum uma pessoa hoje ter o diagnóstico de câncer. 
Todos os dias recebemos notícias pelas mídias de informação de pessoas de vida pública enfrentando este mal. 
Muitos vencem, muitos não.



Depois de muito observar e atuar na área médica, entendo que a doença é um caminho. Pode unir ou desunir pessoas, pode elevar ou destruir famílias. Depende de tanta coisa. O importante, eu acho, é que tem que enfrentar a situação de frente, de peito aberto e se permitir a ajuda da família e de pessoas próximas. 

A morte é tão certa quanto os impostos que pagamos, ninguém quer morrer, mas em vez de pensar nisso, por que não viver melhor? Porque não aproveitar mais a vida? Porque não ser mais generoso com o seu próximo?

Fiquei impressionada com este depoimento do Reynaldo Gianecchini. 
Ele enfrente um câncer de linfoma e rapidamente "pegou o espírito da coisa". Quem me dera se todo mundo que tem uma doença rara ou debilitante, encara-se de forma tão madura o problema. 

Parabéns, Giane, vc está no caminho certo!! Parabéns por nos dar este belíssimo exemplo!!!
Veja aqui o depoimento de Giane, é imperdível!!!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Portais para o outro Mundo

"A visão além do alcance", nada mais é do que usar a 3ª visão do chacra correspondente para ver o futuro, o passado ou algo distante. Note que o "Olho de Thundera" se posiciona na frente do "3° olho".


O Plano Astral é certamente  "um outro mundo" com inúmeras possibilidades de manifestação. Desencarnados, pré-encarnados, encarnados projetados em sonhos, visitantes de outras realidades, outros planos e outros planetas, animais, magia, povos extintos.
As possibilidades de aprendizado e exploração são imensas e inmensuráveis. 

Viajando pelo mundo espiritual, podemos vasculhar a galáxia, voar, mudar de forma, lutar contra demônios, conversar com entidades superiores fantásticas e visitar parentes e amigos já falecidos.
Dureza mesmo é manter a lucidez e se recordar de tudo. Tudo é questão de treino e disciplina.

Tive uma boa surpresa ao assistir o remaque de Thundercats. Era um dos meus desenhos favoritos em minha infância e de certa forma, viagens  no tempo, terceira visão e orientação por espíritos no plano astral sempre estiveram presentes em seus capítulos.

O novo remaque vem com tudo isso e muito mais. 
Acho válido para quem gosta do assunto se familiarize com as várias formas de manifestação da consciência e do Mundo Espiritual/Astral. 

Recomendo para quem gosta dos gatos guerreiros, aprecia um bom desenho e de quebra ainda descobre as muitas possibilidades deste vasto universo...

Acompanhe Lion em uma viagem astral guiado por Jaga. O resto do episódio pode ser visto no youtube.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Para onde vamos quando morremos?

Escrito por Xamã


“Não sabeis vós que sois o templo de Deus
e que o Espírito de Deus habita em vós?”.
(1º Coríntios 03:16).


Para onde vamos quando morremos? Eis uma das dúvidas existenciais mais comuns, a qual você provavelmente já se perguntou ao menos uma vez na vida.
Bom, antes de entrarmos nessa questão, precisamos saber o que acontece conosco ao desencarnarmos.
 Independente de que forma ocorra sua morte, a primeira parte óbvio, trata da separação do corpo físico do espiritual, sua alma vai seguir em frente, seu corpo não, ele irá se decompor. Do pó vieste e ao pó retornarás, fim do jogo, pelo menos neste plano de existência.
Imediatamente o processo de desencarne, somos alçados em outra dimensão, também física mas invisível e inaudível a maioria das pessoas comuns neste plano de existência.

Ainda apegados a matéria teremos um corpo semelhante ao antigo, feito de um fluído semi-material, chamado no espiritismo de periespírito.




Perispírito é o nome dado por Allan Kardec ao elo de ligação entre o Espírito e o corpo físico. Quando o Espírito está desencarnado, é o perispírito que lhe serve como meio de manifestação. É o que o Apóstolo Paulo chamava de corpo espiritual (I Coríntios, XV,44).
Ainda falando sobre o perispírito vamos a um trecho do Livro dos Médiuns:


“Há no homem alguma outra coisa além da alma e do corpo? “Há o laço que liga a alma ao corpo. De que natureza é esse laço? “Semimaterial, isto é, de natureza intermediária entre o Espírito e o corpo. É preciso que seja assim para que os dois possam se comunicar um com o outro. Por meio desse laço é que o Espírito atua sobre a matéria e reciprocamente.      O homem é, portanto, formado de três partes essenciais: o corpo ou ser material, análogo ao dos animais e animado pelo mesmo princípio vital; a alma, Espírito encarnado que tem no corpo a sua habitação; o princípio intermediário, ou perispírito, substância semimaterial que serve de primeiro envoltório ao Espírito e liga a alma ao corpo. Tais, num fruto, o gérmen, o perisperma e a casca.”
A forma física ainda rege o formato do perispírito mas com o temo podemos nos livrar dos hábitos físicos e evoluirmos,  pois quando encarnados, percebemos o mundo através de nossos sentidos, vemos pelos olhos, escutamos pelos ouvidos, o tato pela pele e assim por diante. Os Espíritos ainda apegados à matéria, ao desencarnarem, continuam percebendo o plano espiritual pelos órgãos do perispírito, não por necessidade, mas por condicionamento. À medida em que evoluem, podem perceber tudo ao redor de si por todo o seu perispírito, sem precisarem de um órgão, e pelo mesmo motivo podem ver e ouvir a qualquer distância ou ler os pensamentos, conforme a sua vontade. Isso me lembra um diálogo com um espírito:


 - Como trazes o objeto? Será segurando-o com as mãos?             
 - Não, envolvo-o em mim mesmo.


Ao entramos em uma nova dimensão, com um corpo novo semelhante ao antigo, a essa altura deve estar se perguntando que dimensão e aonde fica. Bom, isso vai depender única e exclusivamente de você. Quando o Espírito está encarnado, o perispírito serve como elo de ligação entre o Espírito e o corpo. Desencarnado, o perispírito faz o papel de corpo com o qual o Espírito se manifesta:   

“Como podem os Espíritos, não tendo corpo, comprovar suas individualidades e distinguir-se dos outros seres espirituais que os rodeiam? Comprovam suas individualidades pelo perispírito, que os torna distinguíveis uns dos outros, como faz o corpo entre os homens.” (O Livro dos Espíritos).



Há quem ainda insista em ficar neste mundo, fazendo as mesmas coisas de quando estava vivo, ainda se metendo em assuntos terrenos do qual não faz mais parte, ou simplesmente se recusando a aceitar sua morte, até por fim um dia aceitar a verdade e seguir em frente. No filme "Sexto Sentido" é mostrado muito bem a situação de um desencarnado que não aceita/entende que morreu.


Na terra possuímos 7 níveis espirituais, do menor para o maior (daí a expressão sétimo céu), e de acordo com seu grau de evolução, sua vibração com o resto do mundo, você irá para uma delas.
Mas voltando aos planos de existência após a morte: para qual deles vamos? Como escrevi acima depende de você como pessoa, ou seja, o que você fez/procurou em vida é o que vai ter em sua pós vida. Se você era inclinado a uma vida religiosa encontrará isso, se vivia em festas e em brigas é o que terá.
Vamos a um exemplo bem simples: Porquê um viciado em álcool quando pode retorna imediatamente a um bar? Porque a natureza dele o impele a isso. E é exatamente sua vontade que vai levá-lo aonde quer que seja no processo de desencarne. Após sua morte você mantém seu livre arbítrio, pode ir para onde quiser, mas devido a natureza humana cada um irá para um lugar diferente. 

Uma das coisas que diferem este plano do outro é o fato de que as cidades e lugares são separados por interesse, e não por geografia, daí existirem lugares como o Vale dos Suicidas e a colônia Nosso Lar, totalmente opostos, ambos habitados por humanos mas com níveis de consciência totalmente diferentes. Quando você desencarna você vai seguir de acordo com o que você como pessoa vibra. Se é uma pessoa dedicada a caridade vai encontrar guias à sua espera para orientá-lo no seu desencarne, talvez um amigo ou ente já desencarnado, mas se  for aquele tipo violento encontrará violência do outro lado, tudo vai depender de você.
“E se eu mudar meus hábitos?” Bom, talvez seja um medo de ir para um lugar ruim, ou apenas vontade de ser alguém melhor. Não importa, o fato é que você pode mudar sua postura, pedir ajuda após sua morte e então você será ajudado, mas esse pedido deve ser de coração, só assim será ouvido e claro, atendido.

Os suicidas



Assim como nos perguntamos para onde vamos após a morte muitos devem se perguntar para aonde vão os suicidas. Eu pretendo escrever mais tanto sobre perispirito quanto dos suicidas, mas vamos responder de uma maneira resumida: via de regra quem comete suicídio vai para o vale dos suicidas, não por ser “jogado” para lá mas pela sua própria ação. 



Seguramente o pós – vida de um suicida é mais doloroso do que alguém que sofre um trauma severo na sua morte. O motivo? Bom, temos de entender a lógica de quem se mata: seja qual for o motivo, no final tudo se transforma numa dor enorme, brutal, uma dor tão grande que faz com que a morte pareça um alívio, o que não é.
Ao acordar e perceber que ainda existe, que sua existência ainda se faz presente a dor que causou sua morte é maximizada então o suicida sofre mais do que sofria em vida, ficando alheio a tudo, inclusive a ajuda de fora.
Claro que ainda existe como ajudar, orações são poderosas e não é diferente neste caso, um pedido de ajuda a um suicida será sim escutado e atendido.

Há casos aonde o suicida pode ser “resgatado”. Pessoas que sofriam de distúrbios mentais e não tinham plena consciência de seus atos, ou aqueles que foram manipulados por terceiros (que por isso terão seu carma cedo ou tarde) até enlouquecerem de tal forma que se mataram geralmente são socorridos por grupos à sua espera ou que os resgatam do vale dos suicidas. Que fique bem claro: este “tratamento diferenciado” é dado pelos motivos acima, o que é muito diferente de uma morte provocada por uma pessoa que se mata deliberadamente.



Perto do fim


Mesmo sendo um texto resumido falando sobe uma dúvida existencial, talvez você, que está lendo estas linhas esteja chegando ao fim da sua jornada na Terra, ou tenha alguém que esteja partindo. Bom, não vou dizer “não tenha medo”. Tudo que é desconhecido nos amedronta no início, mas entenda que vivemos e morremos várias vezes, a morte é um renascimento, não uma inimiga ceifadora maldita, mas sim o fim de um ciclo e início de outro.

Eu muitas vezes amaldiçoei a Deus, quando não tinha casa, comida, quando era agredido enfim, quando não está tudo bem sempre a culpa é Dele e de todos, menos nossa. 
Ore, reflita e acima de tudo CONFIE em Deus, ele em um plano para todos e mesmo que agora você não se sinta privilegiado ou até mesmo maldito, entenda que você não é exceção.
Não negue a existência de alguém amado que partiu, se era alguém tão especial óbvio que essa pessoa ainda está viva, não como estava acostumada a viver, mas acredite ela está lá. Tenha essa certeza em seu coração, independente de sua fé/religião, Deus está com você em todas as horas, não será diferente no “fim”.

O Reino de Deus está dentro de você e ao seu redor, não em templos de madeira e pedra. Corte um pedaço de madeira e lá estarei, levante uma pedra e me encontrarás.


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Proteção Espiritual ou Manipulação???



Recentemente eu escrevi um tipo de manifesto ou desabafo sobre a falta de respeito ao livre arbítrio de “alguns guias espirituais”.
Quem se interessar, pode ler “Livre arbítrio existe?”.

 Infelizmente, muitos guias acham que manipular, mandar e coagir são formas de proteção e assim cumprem mais facilmente sua “missão” e conseguem o que querem.
Eu tenho interagido com os guias espirituais de pessoas mais próximas e muitos são simplesmente fantásticos de tão gentis, educados e trabalhadores.
Mas sempre recebo visitas nem tão agradáveis assim, alguns invadindo a minha casa e exigindo de mim mundos e fundos, sendo que até um caso teve conseqüências desagradáveis como no texto “Nunca nada está tão ruim que não possa piorar”.

Eu posso dizer que eu luto contra o “bem” e contra o mal. Literalmente.


Esta semana tive um grande atrito com a guia espiritual de uma amiga, que para preservar seu nome, vou chamá-la de Raquel.

Raquel é médium, tem audição espiritual como eu, tem um pouco de clarividência e também é médium de passagem, mas não sei ao certo se ela sabe disso. Conhecemo-nos através de um jogo virtual e sempre conversamos. Recentemente as nossas conversar começaram a ir para questões espirituais e como ambas percebendo que tínhamos abertura para isso, começamos a discutir vidas passadas, mediunidade e guias espirituais.
A vida de Raquel nunca foi fácil, mas na sua adolescência ela sofreu uma grande violência nas ruas. Ferida e assustada foi acolhida pelo seu vizinho na época, que hoje é o seu marido.

Mas por causa do que aconteceu, Raquel tem medo de andar sozinha. Quase não sai de casa e sempre sai acompanhada. Não trabalha e estudou pouco. Ela não fala diretamente sobre isso, mas percebo que a sua frustração é grande.
Tentando-a convencer de ela poderia estudar e trabalhar se tivesse Fé em seus guias, a guia ela começou a tomar partido da coisa.
“Baixou” na Raquel e começou a conversar comigo, explicando as dificuldades dela e de sua guiada. Não achei normal, mas conversei com a guia que Raquel chama de “Dançarina”.
Pois quase todos os dias “Dançarina’ começou a interagir no chat, toda vez que Raquel comentava sobre vidas passadas ou outro interesse:

“- Minha menina não pode falar sobre o passado.”

“-Minha menina não pode sair na rua, senão os espíritos maus acabarão com ela.”

“-Minha menina não pode trabalhar.”


Percebi que a guia dela tinha praticamente tomado conta do chat e controlava tudo o que dizíamos. No começo eu achei bacana mas depois já estava demais.
Raquel não percebia nada e Dançarina pediu sigilo sobre sua presença no chat. 
Eu respeitei, mas comecei a perceber que Dançarina manipulava de uma forma muito agressiva a Raquel. Mas a casa caiu quando em uma das conversas invadidas por Dançarina , ela entregou:

-“Sabe, eu que deixei aquilo acontecer com ela na rua quando ela era mais jovem, entende? Ela era cabeça dura como você e não nos ouvia. Assim ela se entregou a nós e agora ela nos escuta e nos obedece.”

Ouvi tudo e disse que entendia. Mas não entendia.
Depois fiquei um dia inteiro evitando-as para pensar melhor. Usar de violência sexual para coagir pelo medo e pavor a sua protegida? 
Ela usava isso para mandar em Raquel.
Dançarina ameaçava Raquel diariamente, se ela saísse na rua, os espíritos ruins a matariam. Mas quem deixou o mal acontecer foi ela mesma, Dançarina.
Não acho certo. Não concordo. Um absurdo!

No outro dia mandei várias mensagens para Raquel, para ela orar para São Jorge e Cosme e Damião, que são os santos que ela é devota. E comentei que ela deveria repensar e voltar a trabalhar, mesmo sendo um trabalho de meio período e ganhando pouco, já seria um começo para ela.
Sabia que Dançarina não ia gostar, mas era a minha opinião.

No chat, imediatamente Dançarina já tomou as rédeas :
-“Filha teimosa, ela não pode trabalhar, não pode sair na rua, a missão dela é aqui dentro”

- Ficar confinada dentro de casa? Que vida é essa, questionei?

-“É a missão dela minha filha, tem que confiar em nós.”

- Confiar? Eu não confio em você, e eu não confio em ninguém. Deixe ela viver a vida dela.

-”‘Você não entende filha, a missão dela não é com a matéria”

- Se estamos entre os vivos, é para viver a vida e ganhar o mundo. Ela está infeliz aí, a missão dela é qual? Virar capacho do marido e da sogra? Sem respirar? Que bela vida hein?

-Você acha que sou eu que faço isso com ela? Questionou

-Bem, foi você que a jogou aí dentro e graças a suas técnicas não a deixa fazer mais nada.

-"Você está me desrespeitando filha."

-Não, eu respeito a sua posição, mas eu não concordo com você. Eu não concordo com você por que isso se chama livre arbítrio, coisa que você não respeita na Raquel.

- “Mas é para o bem dela, filha!”

- Ah então tranca ela numa caixa e joga a chave fora! Daí você não tem com o que se preocupar, não é mesmo? Pois eu acho que as suas atitudes são de entidade obsessora e não de proteção.

- “Eu vou embora, você é má, filha cabeça dura.Você não entende, vou mandar a Raquel sair deste jogo e você nunca mais vai falar com ela, nunca mais. Duas filhas cabeça dura...”

Nessa hora dançarina saiu brava e Raquel começou a chorar. Eu disse que ia sair e que depois falava com ela. Raquel depois avisou que iria sair do jogo, que não ia mais falar comigo.
Acendi uma vela e pedi uma sindicância sobre o caso. As velas para Raquel queimavam bem e tranqüilas. Mas percebi a presença de Dançarina na minha casa e a vela começou a pular e a chorar.

Minha casa estava cheia de guias, os boiadeiros, seu Nonô, um preto velho, e os lobos da tribo do Xamã.

- “O que você pensa que está fazendo”, questionou Dançarina, brava como uma fera ferida

- Eu estou abrindo uma sindicância contra você querida. Não concordo com os seus métodos e eles devem ser revistos. O que você faz parecem mais atitudes de uma entidade obsessora. Eu estou interditando você!! Já pedi a sindicância, logo logo você vai ter notícias minhas!!!

-“Não é possível! Ela disse, você não tem poder para fazer isso!”

- Eu não posso ir lá interditar vc, mas eu posso pedir uma revisão do seu trabalho!
Aliás, que bom que vc está aqui, ei pessoal, esta é a guia de quem eu falei, ela deixa a guiada dela escondida, não deixa acender velas ou incensos.

Neste momento, Dançarina evaporou, e os lobos foram atrás dela seguindo o seu rastro.
No fim da tarde tive noticias:

“-Venho lhe avisar que fomos até a casa da sua amiga e que interditamos os guias dela.
Realmente encontramos muitas coisas equivocadas por lá e por hora estão todos suspensos e sendo remanejados para reavaliação. Uma equipe de emergência está no local para fazer suporte à Raquel e avaliar os danos. Dançarina sabia muito bem o que estava fazendo e por isso deixada a sua protegida escondida, não permitindo que ela acendesse velas ou incensos. Mas graças aos lobos que rastrearam a energia dela que ela deixou na sua casa, foi até fácil localizá-la.
Infelizmente não é um caso isolado. Muitos guias perdem a noção da ética e do respeito, ficam cegos e controladores, eles mesmo fazendo o papel de obsessores. Mas graças a sua denúncia pudemos intervir. Agora esperamos que aos poucos a sua amiga possa começar a levar uma vida normal.”

É isso aí. Fiquei feliz por conseguirem intervir tão prontamente, mas os estragos foram muito grandes e muito graves. Mas agora Raquel terá ao menos a oportunidade de tomar suas próprias decisões sem obsessores fazendo ameaças ou agressões.

O papel de um guia espiritual é de principalmente proteger e orientar. Mas nunca interferir nas nossas escolhas. Isso se chama livre arbítrio e deve sempre ser respeitado.


Alerta

Alguns sinais são muito claros quando nossos guias ou outras entidades do “bem” estão perdendo a mão:

-Impor uma situação. O guia deve oferecer soluções e sugestões, a palavra final e sempre do guiado;

- Ameaças físicas ou verbais. Alguns guias sufocam seus guiados e os deixam desprotegidos de propósito para então embutir o MEDO. O guiado fica com MEDO de agressões de que não entende e de que não consegue se defender. O guiado deve acender uma vela para o seu anjo da guarda e entidades protetoras e pedir proteção. Nunca aceite ameaças físicas ou verbais.

- Subjugação. O guia ordena e controla tudo o que o guiado faz. Uma coisa é orientar, outra é manipular. Nunca aceite ser marionete de alguém. Preserve sua posição. 
Aceite críticas e sugestões mas pondere antes de tomar uma atitude. 
Preserve o seu livre arbítrio.

Sindicância

Bom, eu posso dizer que sou famosa lá em cima. Tenho recebido alguns guias interesseiros em favorecer seus guiados às minhas custas ou simplesmente vem um grupelho querendo determinar com quem eu devo me casar. Eu corro todo mundo da minha casa literalmente. E sempre que vem muita gente chata aqui, eu acendo uma vela e peço uma sindicância, aliás, eu estou sempre fazendo sindicâncias!!!

Se você não está satisfeito com o trabalho de alguns guias ou presenças, acenda uma vela para o seu anjo protetor e peça uma reavaliação da sua equipe espiritual. No plano espiritual temos vários guias, muitos são trabalhadores e honestos mas muitos são arrogantes e querem passar por cima da gente para deixar o trabalho deles mais fácil. 
Nunca aceite ordens e imposição. Você pode acender uma vela nova e pedir por vc mesmo, peça uma reavaliação e diga o que está lhe incomodando. Você vai se surpreender com a rapidez que a sua denúncia vai chegar aos ouvidos certos. Tenha fé e confiança.


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

A Evolução do Cabelo ao longo dos Séculos

Este vídeo é muito bonito, é uma montagem onde vemos a evolução do penteado feminino ao longo dos séculos, então a modelo começa com uma cabeleleira emaranhada e suja e vai evoluindo e acompanhando as tendências da moda dos tempos antigos até os dias atuais.

O que eu achei pertinente é que quando fazemos uma regressão de vidas passadas, a observação de roupas e penteados nos dá uma noção de região, época aproximada e estatus social, é claro.
Quando fazemos uma regressão de vidas passadas, as imagens são raras, confusas mas preciosas. 

Já comentei aqui a importância de observar as vestes, que podem indicar uma época, uma região e até o estatus social
Com o cabelo é a mesma coisa!!!

Vejam que vídeo legal e façam essa viagem com a gente!!!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Se beber... Não dirija!!!

Um excelente vídeo educativo sobre álcool ao volante. A bebida é uma droga permitida e aceitada socialmente, mas o seu mal uso pode causar danos irreparáveis. 
Não tem como negar que uma cervejinha no fim da tarde é relaxante, mas dirigir após, pode ser fatal...

Após a exibição deste vídeo nas mídias, a taxa de mortalidade no trânsito causado pelo álcool diminuiu consideravelmente. 

Um excelente vídeo educativo, mas com fortes cenas.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A Dama e a Morte

A banalização da Morte 

A morte é o fim do ciclo na terra. 
Voltamos para "casa" no mundo espiritual. Revemos entes queridos que já partiram, reavaliamos a nossa vida na terra, a nossa postura, trabalhamos e aprendemos mais um pouco e novamente nos preparamos para mais um ciclo na terra, a Reencarnação.

Mas morrer ultimamente não parece nada fácil. Com os recursos médicos de hoje, se "salvam muitas vidas". 
Mas será que essas vidas, todas elas, realmente deveriam ser salvas? Fico pasma, quando um idoso falece aos 80 anos, e a família toda entra em comoção, não aceita de jeito nenhum.

- Como assim?? Oi?? 80 anos não é uma boa idade para se despedir da Terra? 

Acabo de ver esta animação, um curta metragem sobre o assunto. É um desenho produzido pelo Antônio Banderas, de uma velhinha que quer desencarnar e reencontrar seus entes queridos, mas... A medicina não deixa!!! 

É bem engraçadinho e nos faz refletir sobre o assunto!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Entre a Espiritualidade e o Dinheiro

Quando escrevi o texto “Médium de Passagem”, disse que dificilmente um médium seria rico, mas também escrevi que quando damos passagem alcançamos uma relativa estabilidade financeira e emocional (ainda assim sempre ocorre um “aperto” aqui e ali nas contas e sempre teremos algum tipo de stress com problemas pessoais e familiares, não vamos dourar a pílula).

Ainda assim há quem ganhe dinheiro tendo como ramo de atividade o outro lado da vida.

Chamados muitas vezes de charlatães, aproveitadores, etc, é correto ter como meio de vida a lida com o espiritual? 

Não falo somente das cartomantes e adivinhos, incluo aqui desde os “médiuns” do “Dr. Fritz” até os “Padres Marcelos” da vida.

Sempre acreditei que cada caso é um caso, mesmo em qualquer ramo profissional existem os bons e maus elementos, os profissionais dedicados e os encostados. 

A idéia no meu texto não é fazer uma caça às bruxas, mas uma análise mais fria que muitas vezes falta as duas partes: 
- Os críticos e os defensores. 

Como médium que bate papo com espíritos todos os dias e como amante dos pensadores ocidentais, tento tomar o distanciamento necessário para escrever sobre o tema. 



Pessoalmente não gosto desse tipo de ramo como modo de vida, o que é difícil por um
lado, já que um dos meus guias é um cigano, e uma das minhas críticas aqui será em relação a cartomantes.

Pois bem, acho sempre válido qualquer forma de conhecimento em relação a si mesmo, falo das pessoas que procuram a leitura da sorte, da mão, búzios etc, atrás de
orientação para fatos de sua vida ou esteja atrás de uma cura após serem desenganado pelos médicos.

O problema é quando usam seus “talentos” para angariar fãs, enganar pessoas (que não raramente QUEREM ser enganadas) fazer publicidade e assim acabarem ricos. 

Que um cartomante cobre por uma consulta vá lá, ele separou um momento de sua vida para atendê-lo, agora reservar horários na TV com um “Tele-Tarô”, anunciar nas mídias (jornal, lista telefônica etc), ter “assessor de imprensa” para falar com ele, morar numa bela casa com funcionários, tudo pago com leitura da sorte anunciada em todas as mídias possíveis?

Não digo que todos são charlatães, mas aonde fica a famosa caridade, humildade e trabalho?

Alguém aí se lembra de Chico Xavier desfilando em carrões, morando numa mansão e
anunciando na TV rádio, etc, seu novo livro? 

Ou quem sabe uma “tele-carta”? “ Deposite valor x na nossa conta agora e receba em casa uma mensagem do seu ente querido com o autógrafo do grande Chico! E não é só isso! Receba também um cupom promocional para compra de
qualquer um de seus livros!”

Não consigo imaginar isso! Chico Xavier sempre morou numa casa simples, sempre distribuiu alimentos, roupas, fraldas, etc, no seu centro, sempre rejeitou a autoria de suas obras, e sempre destinou o dinheiro delas à caridade. O desapego material eleva o espírito.

Difícil confiar num conselho vindo de um serviço semelhante a tele-marketing. 
De repente sim, quem está do outro lado da linha (sendo remunerado óbvio) até saiba o que está falando, mas no modo como é feito acaba por vulgarizar algo que deveria ser especial, mas virou simplesmente um comércio.

Médiuns e Pseudo-Médiuns

Gosto de separá-los assim, pois existem as pessoas de fato dispostas a trabalhar em prol da caridade e aquelas que deturpam esse ideal atrás de dinheiro, vendendo uma “cura espiritual”.

Allan Kardec fala disso em vários textos, como no capítulo XIV do livro "A Gênese", por exemplo, se refere à ação dos fluidos sobre a matéria, e ao pensamento lógico de que esse conhecimento espírita deveria ser aplicado para ajudar o corpo físico dos seres humanos – ou seja, na cura de doenças- mas acaba sendo deturpado.

O problema todo começa quando vêem na oportunidade do tratamento uma fonte de renda, e nada mais além disso. 

Lembram-se de Rubens Farias Jr.? O “médium” do Rio de Janeiro que cobrava estacionamento, aluguel de cadeira, além de 20 reais por uma consulta com o “Dr Fritz”? 

Sim, o mesmo Dr. Fritz do Zé Arigó, dentre tantos outros, uma rápida pesquisa no Google achamos mas 2 ou 3 que sempre cobram módicas quantias pelo atendimento.

Aqui um pouco sobre eles.

Evangélicos e Oportunistas

Também faço uma separação aqui, pois há muitos evangélios de bem, enquanto muitos oportunistas ganham dinheiro em nome de Deus. 

Pode não haver passes espirituais ou incorporação etc, mas também há vários casos de pastores que proclamam cura dos fiéis elevando o seu nome e de sua igreja, fazendo assim ganharem mais dinheiro com os dízimos.

Recomendo por exemplo a ótima reportagem do Conexão Repórter ”A Criança e a Fé”:
 
Vê o homem que recebe a benção da menina?
Morreu um dia depois de receber a "benção" e estar curado


Por mais críticos que sejam em relação a umbandistas espíritas etc, os pseudo-evangélicos usam a mesma receita: 

Doações “em nome de Deus”, milagres (também em nome de Deus) e doações para continuarem com a obra de Deus (vai ser difamado assim lá longe).

Também em todos os casos, muitas vezes pedem que os doentes parem de tomar seus remédios, afinal, estão “curados”. 
Veja mais clicando aqui.
 

Cartomantes, astrólogos etc

São na minha opinião os mais sutis. Não precisam dar passe, não precisam fazer pregação, apenas leitura da sorte, mapa astral e ocasionalmente ter uma “visão”.

Mais uma vez lembro: existem pessoas sérias e os oportunistas.

Os cartomantes sempre dizem que deve se cobrar pela consulta, sim perfeito, agora imagine um número de telefone com cartomantes atendendo o tempo todo.

Alguém lembra do Walter Mercado (ligue djá)?
 

Bom, o mesmo mudou o nome para Shanti Ananda, por causa de uma revelação em sonho segundo ele mesmo, mas seus negócios continuam a todo vapor.

Claro que qualquer um dessas vertentes que ler meu texto pode se sentir ofendida, mas ninguém pode dizer que sua prática não possui maus elementos.

Os pastores da universal simplesmente arrebatam milhões por mês para os cofres da Record, mas eu vi projetos sociais muitos bonitos em um devastado nordeste, ao mesmo tempo em que vejo picaretas dizendo ser “Dr. Fritz” (este que nunca teve provas de sua identidade terrena), vejo muitos espíritas trabalhando em centros por pura caridade.

O mesmo Walter Mercado que critiquei acima, é o m